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Entrevista com a Coordenadora

  1. Como foi para você ser escolhida coordenadora nacional da PEN

No primeiro momento pensei em dizer não. Depois pensando em tudo que havíamos construído na gestão anterior para organizar e estruturar as ações dos núcleos das Pastorais do Empreendedor pensei que poderia contribuir para avançar nos trabalhos animando e encorajando as ações dos coordenadores locais, na ilimitada confiança em Deus, inspirando-se na esperança à luz do Espírito Santo para a construção de um mundo de negócio justo, ético e com responsabilidade social.

  1. Qual o seu papel como coordenadora

Meu papel como coordenadora será de pela gestão participativa animar os demais coordenadores a cumprirem a sua missão cristã de realizar independentemente do tipo de negócio sua vocação a serviço do bem comum.

Da mesma forma, contribuir para a expansão e avanço dos trabalhos locais encorajando os coordenadores a se manterem firmes no propósito, inspirados na esperança pelo encontro diário com Deus, à luz da fé para a construção de um mundo de negócio justo, ético e com responsabilidade socioambiental.

  1. Quais os desafios que você enxerga como os principais a serem superados na sua gestão

O principal desafio é dar visibilidade pelos diversos canais de comunicação (site, e-mail, telefone, troca de experiências etc.) aos empreendedores dos núcleos paroquiais, ou ainda, àqueles que pretendem abrir sua Pastoral do Empreendedor do total apoio para enfrentamento de dificuldades, seja pela distância geográfica, seja pela falta de material suficiente para implementação das atividades da Pastoral do Empreendedor considerando a sua realidade local.

  1. Alguma outra colocação que queira fazer

Sabemos que quando os negócios são bem geridos promovem a dignidade humana e assegura a sustentabilidade. Tornam-se instrumentos para o encontro de irmãos que lutam não só para o seu sustento, mas na verdade, fidelidade aos compromissos, ajudam aos menos favorecidos à liberdade, à criatividade, à paz e à prosperidade. Como cristãos conscientes, críticos e justos somos impulsionados a cumprir nossa missão de transformação.  “O homem criado à imagem de Deus, participante do trabalho na obra do Criador” com respeito à vida e à natureza. Sua decisão está calcada na busca de oportunidades, alianças e/ou parcerias em segmentos éticos que com certeza o fortalecerá e o diferenciará. Na fé somos capazes de superar as ameaças que tendem a enfraquecer as práticas solidárias. Na prudência somos capazes de discernir a circunstância e dar prioridade o que realmente tem valor.

Examinai tudo, guardai o que é bom (1Tes 5,21)

Não havia necessitados entre eles” (At 4, 34)

IZABEL CRISTINA LARA STEVANATTO

02/02/2020

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